Respostas ‡s Perguntas Mais Freq¸entes

Sobre ARI e DAN!

1. O que a ARI faz? Posso levar meu filho atÈ vocís?

ARI È uma organizaá„o de pesquisa e de referíncia, sem fins lucrativos que desenvolve e financia pesquisas que fazem diferenáa no que refere ‡ descoberta das causas e aos tratamentos eficazes e seguros do autismo. N„o vemos os pacientes. Para mais informaáıes, leia: Financiando ÌPesquisa que Faz a Diferenáaî desde 1967.

2. O que È Derrote o Autismo Agora!?

Desde 1995, a ARI tem feito reuniıes periÛdicas com mÈdicos, pesquisadores e cientistas, atravÈs de seleá„o criteriosa, que est„o engajados na descoberta de tratamentos eficazes para o autismo. Seu trabalho È conhecido como Derrote o Autismo Agora!.

3. Quais s„o os requisitos para os mÈdicos usarem os procedimentos DAN!?

Atualmente, o mÈdico precisa participar no mÌnimo de uma Conferíncia DAN! e/ou de um semin·rio mÈdico para entrar na lista dos clÌnicos que utilizam os procedimentos DAN!

4. Porque meu pediatra, especialista mÈdico ou centro de autismo n„o est· familiarizado com os procedimentos ARI?

Descobrimos que muitos mÈdicos atuantes ainda s„o lentos para aderirem aos tratamentos biomÈdicos. O projeto DAN! da ARI sempre desempenha o papel de educ·-los, embora haja certa resistíncia uma vez que aprenderam nas escolas de medicina que o autismo È uma desordem sem tratamento, ou que os medicamentos farmacíuticos s„o a ˙nica soluá„o.

Incentivamos os pais a fornecerem informaáıes sobre os procedimentos DAN! aos mÈdicos. A DAN!ARI disponibiliza tais informaáıes on-line. Os mÈdicos tambÈm podem comprar os materiais dos semin·rios da ARI.

A ABA e outras Terapias

1. O que È ABA? Como posso encontrar um bom consultor?

ABA significa An·lise Aplicada do Comportamento. … considerado um tratamento Ìeducacionalî para o autismo. Os testes cientÌficos tím mostrado que a ABA È uma intervená„o v·lida e ˙til para as Crianáas Autistas e que uma porcentagem dessas crianáas obtiveram recuperaá„o apenas com o auxÌlio da ABA. A maior parte desses testes foi realizada quando as pesquisas biomÈdicas ainda estavam surgindo. A combinaá„o de cura do interior de uma crianáa atravÈs da ABA com o intuito de compensar suas deficiíncias, as lacunas de sua aprendizagem, ou a sua interaá„o com seus colegas pode aumentar a porcentagem de crianáas que podem ser recuperadas.

O valor de se ter um bom consultor È que por a ABA ser um programa muito complexo, vocí poder· contar com a experiíncia e o apoio de um bom profissional com conhecimento profundo nessa ·rea, o que n„o tem preáo. Graáas aos avanáos em todos os tratamentos, hoje, recomenda-se uma combinaá„o de procedimentos (como por exemplo, biomÈdicos e ABA, RDI, e outros). A ABA sozinha n„o pode sanar as condiáıes mÈdicas desfavor·veis da sua crianáa, e um procedimento mÈdico n„o pode compensar as deficiíncias na interaá„o dela com seus colegas.

Muitos pais pensam que um procedimento que seja bom para todos as finalidades possa cobrir todas as necessidades.

2. Qual È a melhor escola para minha crianáa autista?

N„o existe uma Ìmelhorî escola para uma crianáa autista. A ARI recomenda estabelecer uma rede de contato entre os pais e os grupos de defesa para se encontrar o melhor programa ou ambiente educacional para a sua crianáa. Para encontrar uma Unidade da Associaá„o Americana de Autismo prÛxima de vocí, veja: Autism Society of America

Vocí tambÈm pode pesquisar na internet os Grupos do Yahoo na sua regi„o ñ os pais geralmente s„o a melhor fonte para o suporte educacional- por exemplo, ÌAutismo + (sua cidade ou regi„o)î.

Alertas sobre o Autismo

1. O que posso fazer para EVITAR que o autismo ocorra em crianáas subseq¸entes?

O autismo È uma desordem complexa que possui muitos fatores contribuintes. Por ainda n„o termos todas as respostas, vocí pode diminuir o risco da sua ocorríncia com seus filhos e em uma futura gravidez ao proteger sua famÌlia de perigos j· conhecidos, tais como as toxinas ambientais.

2. Meu mÈdico diz que a quantidade de timerosal encontrada nas vacinas È Ìt„o pequena que n„o preciso preocupar-meî ñ ele est· certo?

Segundo Boyd Haley, professor e diretor do Departamento de QuÌmica da Universidade de Kentucky: îA agíncia de proteá„o ambiental dos EUA (EPA) recomenda que o nÌvel seguro de merc˙rio encontrado na dieta È de 0.1 micro gramas/1 kg do peso corporal, e adverte que as vacinas que s„o conservadas com timerosal apresentam 12.5 micro gramas de merc˙rio, ou seja, 125 vezes acima do nÌvel seguro da EPA. Isso torna a exposiá„o ‡ vacina segura, caso seu bebí pese 102 kgî. AlÈm disso, o timerosal È injetado e, n„o ingerido, o que o torna mais tÛxico, e È acompanhado de alumÌnio, que aumenta a neurotoxidade. … surpreendente que um mÈdico seja t„o descuidado a ponto de afirmar que a quantidade de timerosal È t„o pequena que n„o È motivo de preocupaá„oî.

3. E quanto aos outros produtos quÌmicos encontrados no meio-ambiente alÈm do merc˙rio e dos metais pesados ñ eles afetam nossos filhos?

H· v·rios estudos que mostram que certos produtos quÌmicos em nosso meio-ambiente est„o relacionados com o atraso no desenvolvimento, dist˙rbios da tireÛide, etc.

Uma das melhores fontes de informaá„o sobre os produtos quÌmicos que afetam nosso meio-ambiente È a do grupo ambientalista Environmental Working Group. Outra fonte È Toxic Free Legacy.

Dietas

1. As dietas restritivas que s„o isentas de gl˙ten/caseÌna e de carboidratos especÌficos realmente ajudam as crianáas altistas? Como posso obter provas disso e mais informaáıes a esse respeito?

H· evidíncia empÌrica e convincente de que dietas especiais podem auxiliar os indivÌduos autistas. Para mais informaáıes, visite estes endereáos eletrÙnicos:

Dietas isentas de gl˙ten e caseÌna:

gfcfdiet.com
www.gluten-free.org
Talk About Curing Autism Now
Gluten Solutions
Autism Network for Dietary Intervention

2. As crianáas melhoraram depois que o gl˙ten, a caseÌna e a soja foram retirados de suas dietas?

As pesquisas recentes mostram que muitos casos de autismo resultam de uma disfuná„o do sistema imunolÛgico que afeta a habilidade do organismo de quebrar certas proteÌnas e combater leveduras e bactÈrias. Muitos pais est„o convencidos sobre a validade da intervená„o dietÈtica para os indivÌduos autistas, apesar de n„o terem os recursos necess·rios para sua utilizaá„o, principalmente quando se trata de pessoas difÌceis de se contentar em relaá„o ‡ alimentaá„o e de casais cÈticos. Para obter um exemplo de uma histÛria bem sucedida, leia:

A HistÛria de Karyn Seroussi

3. Meu filho n„o tem problemas digestivos ou qualquer dos outros sintomas que outros pais descrevem. Mesmo assim, vale a pena seguir a intervená„o biomÈdica?

Sim. Muitas crianáas assintom·ticas tím respondido satisfatoriamente ‡ intervená„o dietÈtica.

4. O que devo fazer para convencer meu marido/esposa e a famÌlia a apoiarem as intervenáıes dietÈticas relacionadas aos dist˙rbios do espectro do autismo (ASD)?

V·rios clÌnicos e pais tím escrito relatÛrios concisos sobre a melhora e a recuperaá„o significativas das suas crianáas e os tím disponibilizado gratuitamente na internet (em inglís, embora haja algumas traduáıes nas fontes citadas abaixo ñ a ARI n„o possui artigos traduzidos nessa ·rea). A impress„o e o compartilhamento de suas histÛrias podem auxiliar seus familiares a entender melhor os seus esforáos diante desta causa.

5. O meu filho deve seguir uma dieta rÌgida PARA SEMPRE?

Provavelmente. Algumas crianáas podem Ìlivrarem-seî da dieta depois de algum tempo. Muitas n„o. N„o È possÌvel prevermos qual ser· a reaá„o do seu filho. H· relatos de pais que reintroduziram certos alimentos aos poucos, um de cada vez, para certificarem-se de que seus filhos estavam aptos para a ampliaá„o da dieta.

Vocí pode consultar um mÈdico para obter mais assistíncia sobre as mudanáas na dieta.

6. O que posso fazer sem um mÈdico ñ existem intervenáıes biomÈdicas seguras que posso experimentar sem a supervis„o de um mÈdico?

Muitas famÌlias tím contatado a ARI nos ˙ltimos anos e descrito intervenáıes iniciais bem-sucedidas em seus lares, com o auxÌlio de uma sÈrie de estratÈgias, que incluem:

  • Eliminar as toxinas do ambiente da crianáa
  • Experimentar dietas restritivas como as isentas de gl˙ten, caseÌna, soja, e de carboidratos especÌficos, etc.
  • Usar suplementos nutricionais sem receita mÈdica
Vocí pode comeáar as dietas e usar os suplementos sem o acompanhamento de um mÈdico, embora, n„o exista nenhum Ìprotocoloî para o tratamento bem-sucedido de uma crianáa autista. Portanto, È fundamental educar-se antes. Aulas expositivas e pequenas sessıes das ˙ltimas Conferíncias do Derrote o Autismo Agora! encontram-se disponÌveis on-line.

Procure um anjo protetor atravÈs da entidade Generation Rescue

7. Qual È a melhor forma para inserir os suplementos na alimentaá„o? Nosso filho nos surpreendeu ao descobrirmos q est·vamos colocando-os na sua comida e agora n„o quer mais comí-la ñ o que devemos fazer?

Isso acontece regularmente. Quando as crianáas comeáam a rejeitar os suplementos que est„o escondidos na sua comida, talvez seja melhor experimentar uma nova estratÈgia. Assim que elas comeáam a mostrar progresso, passam a mostrar suas preferíncias e opiniıes com mais freq¸íncia. Alguns pais descobriram que seus filhos sentem-se frustrados simplesmente porque a maior parte da sua dieta di·ria est· repleta de suplementos que alteram o sabor ou a textura dos alimentos. Se vocí tentou v·rias formas de esconder os suplementos sem nenhum sucesso, talvez seja hora de procurar outras formas alternativas.

Uma crianáa que rejeita os suplementos que est„o escondidos na comida talvez necessite de ingeri-los diretamente. Ela pode aprender a engolir as c·psulas ou a misturar os suplementos em pÛ com ·gua e coloc·-los em uma seringa. Com o uso dos princÌpios da an·lise comportamental, vocí pode oferecer-lhe uma recompensa toda vez em que ela aplicar esse mÈtodo. … de se esperar que as crianáas recusem tomar remÈdios com gosto desagrad·vel, mas a persistíncia sempre compensa.

Para uma crianáa especialmente resistente e carente de nutrientes, algumas vitaminas e minerais podem ser administrados por via intravenosa por perÌodos curtos de tempo. Recomenda-se perguntar ao seu mÈdico sobre esta opá„o. Vocí tambÈm pode verificar com ele se alguns dos suplementos podem ser inseridos em uma fÛrmula transdÈrmica.

Outras idÈias:

  • Para alguns pais, a abordagem rÌgida de amor È a melhor forma de foráar os suplementos nas crianáas ñ a mesma forma que vocí usaria para fazer com que as pessoas diabÈticas ou com problemas cardÌacos tomassem seus remÈdios ñ o que n„o seria uma opá„o. A personalidade do seu filho e o seu estilo de cri·-lo s„o individuais; e vocí È o respons·vel por assegurar que ele tome os suplementos necess·rios.
  • Vocí pode criar uma estÛria com fundo social para seu filho, com instruáıes para serem seguidas passo a passo, e prepar·-los para tomarem os remÈdios, mostrando-lhe o benefÌcio a ser alcanáado com isso.
  • Vocí pode criar um programa comportamental e recompensas caso ele tome os suplementos.

8. Meu filho n„o dorme ñ o procedimento DAN! pode melhorar esse problema?

Muitos indivÌduos autistas apresentam problemas relacionados ao sono. O ato de acordar durante a noite pode ser causado pelo refluxo do ·cido estomacal no esÙfago. A melatonina tem sido muito ˙til para fazí-los dormir. Outras intervenáıes populares incluem o uso de 5-HTP e a implantaá„o de um programa de mudanáa de comportamento que vise induzir o sono. ExercÌcios vigorosos ajudar„o a crianáa a dormir, e outros auxiliadores do sono s„o um cobertor especial ou um saco de dormir que proporcione a sensaá„o de seguranáa da m„e.

9. Meu filho est· piorando desde que comeáamos os procedimentos biomÈdicos ñ devo interrompí-los?

Cada crianáa reagir· diferentemente aos tratamentos biomÈdicos j· que cada uma delas È um ser ˙nico. N„o desanime! Existem muitas opáıes de tratamento e um mÈdico que usa os procedimentos DAN! poder· auxili·-lo na escolha de um tratamento apropriado para seu filho.

Outros pais da sua comunidade tambÈm podem ser uma grande fonte de informaáıes ñ pesquise na internet os Grupos do Yahoo na sua regi„o.

Sintomas e Tratamento

1. Quais s„o os indÌcios que meu filho poder· vir a ter problemas biomÈdicos que estejam se manifestando na forma de comportamento autista?

Como o jornalista Dan Olmsted escreveu em uma coluna no ver„o de 2005, a doenáa fÌsica acompanha os sintomas de autismo com tanta freq¸íncia que n„o mencion·-las torna-se uma omiss„o tr·gica.

As pesquisas mais recentes apÛiam a idÈia de que o autismo È uma doenáa que afeta todo o organismo. Os mÈdicos que usam os procedimentos DAN! voltam a atená„o para o tratamento dos aspectos clÌnicos da doenáa.

2. O que È o tratamento ÌbiomÈdicoî?

Desde 1995, a ARI tem feito reuniıes periÛdicas com mÈdicos, pesquisadores e cientistas, atravÈs de seleá„o criteriosa, que est„o engajados na descoberta de tratamentos eficazes para o autismo. Seu trabalho È conhecido como Derrote o Autismo Agora!. Esta abordagem integrativa de tratar o autismo È geralmente considerada uma abordagem ÌbiomÈdicaî, que combina uma sÈrie de estratÈgias para tratar os sintomas fÌsicos e comportamentais do autismo.

3. O pediatra do meu filho n„o acredita que os tratamentos biomÈdicos ajud·-lo. Ele costuma prescrever medicamentos. O que devo fazer?

Infelizmente, os pais geralmente relatam-nos que os pediatras de costume n„o apÛiam as intervenáıes biomÈdicas que pesquisamos e defendemos. Alguns pais informaram-nos que comeáaram a usar intervenáıes b·sicas por conta prÛpria sem comentarem com os pediatras, os quais sÛ comeáaram a apoiar e pesquisar os procedimentos DAN! quando perceberam que havia melhoramentos. Alguns mÈdicos n„o mudam de opini„o, e nesse caso, recomendamos que vocí procure outros suportes; leia: Derrote o Autismo Agora!

Vocí tambÈm pode fornecer as estimativas de eficiíncia do tratamento da ARI ao seu medico.

4. Qual È a melhor forma para inserir os suplementos na alimentaá„o? O nosso filho nos surpreendeu ao descobrirmos q est·vamos colocando-os na sua comida e agora n„o quer mais comí-la ñ o que devemos fazer?

Isso acontece regularmente. Quando as crianáas comeáam a rejeitar os suplementos que est„o escondidos na sua comida, talvez seja melhor tentar uma nova estratÈgia. Assim que elas comeáam a mostrar progresso, passam a mostrar suas preferíncias e opiniıes com mais freq¸íncia.

Alguns pais descobriram que seu filho sente-se frustrado simplesmente porque a maior parte da sua dieta di·ria est· repleta de suplementos que alteram o sabor ou a textura dos alimentos. Se vocí tentou v·rias formas de esconder os suplementos sem nenhum sucesso, talvez seja hora de procurar outras formas possÌveis.

Uma crianáa que rejeita os suplementos escondidos na comida talvez necessite de ingeri-los diretamente. Ela pode aprender a engolir as c·psulas ou a misturar os suplementos em pÛ com ·gua e coloc·-los em uma seringa. Com o uso dos princÌpios da an·lise comportamental, vocí pode oferecer-lhe uma recompensa toda vez em que ela aplicar este mÈtodo. … de se esperar que as crianáas recusem tomar remÈdios com gosto ruim, mas a persistíncia sempre compensa.

Para uma crianáa especialmente resistente e carente de nutrientes, algumas vitaminas e minerais podem ser administrados por via intravenosa por perÌodos curtos de tempo. Recomenda-se perguntar para seu mÈdico sobre esta opá„o. Vocí tambÈm pode verificar com ele se alguns dos suplementos podem ser inseridos em uma fÛrmula transdÈrmica.

Outras idÈias:

  • Para alguns pais, a abordagem rÌgida de amor È a melhor forma de foráar os suplementos nas crianáas ñ a mesma forma que vocí usaria para fazer com que as pessoas diabÈticas ou com problemas cardÌacos tomassem seus remÈdios ñ o que n„o seria uma opá„o. A personalidade do seu filho e o seu estilo de cri·-lo s„o individuais; e vocí È o respons·vel por assegurar que ele tome os suplementos necess·rios.
  • Vocí pode criar uma estÛria com fundo social para seu filho, com instruáıes passo a passo para prepar·-los para tomarem os remÈdios, mostrando-lhe o benefÌcio a ser alcanáado com isso.
  • Vocí pode criar um programa comportamental e recompensas caso ele tome os suplementos.

5. Os vÌrus das vacinas est„o relacionados ao autismo?

V·rios pesquisadores e pais tím afirmado que os vÌrus ñ tanto os encontrados nas vacinas quanto os Ìselvagensî ñ podem estar relacionados com o autismo.

Dr. Andrew Wakefield, da Gr„-Bretanha, comeáou a interessar-se pelo fato de que a vacina trÌplice pode causar autismo no final da dÈcada de 1990 e o debate perdura atÈ os dias atuais.

O jornalista Dan Olmsted explorou esse assunto durante o ano de 2006 em sua sÈrie intitulada A Era do Autismo, que foi publicada pela United Press International.

Estas informaáıes s„o apenas para fins educacionais e n„o podem ser consideradas recomendaáıes mÈdicas. Para obter assistíncia mÈdica, favor consultar um profissional da ·rea de sa˙de capacitado.